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... acerca do CD HUGO ALVES QUARTET GIVEN SOUL
(oiça aqui!)
"...
Como no caso do trompetista Hugo Alves, cujo CD Given Soul é uma autêntica
lufada de ar fresco no novo jazz português. Não porque percorra novos
caminhos como outros, não porque represente uma faceta dum jazz com
características intrisicamente portuguesas. Há anos que Hugo Alves vem
percorrendo o seu caminho como solista, músico de orquestra e pedagogo. O
que ele apresenta em toda a sua humildade é uma música bem alicerçada no
jazz, expressa com segurança, invenção melódica, vivacidade e absoluto
sentido de jazz. Acompanhado por um trio simpático com os seus conceitos,
mormente o baterista Michael Lauren, Hugo Alves, mais uma vez, atesta ser um
trompetista de classe internacional." (classif. com ****) Raul Vaz
Bernardo, Expresso - Revista Actual, 09.Fev.2008
Hugo
Alves Given Soul entre os "Melhores CD's Nacionais de Jazz". António
Rúbio, Revista Jazz.pt, Jan/Fev.2008
Hugo Alves Given Soul entre os "10 Melhores CD's Nacionais de Jazz".
António Branco, Blog Improvisos Ao Sul, 03.Jan.2008
Hugo Alves Given Soul entre os "8 Melhores CD's Nacionais de Jazz".
Manuel Jorge Veloso, Blog O Sítio do Jazz, 01.Jan.2008
Hugo Alves Given Soul em pano de fundo musical no Programa "Entre Pratos"
da RTP2, apresentado por: Henrique Sá Pessoa, 08.Dez.2007
"Hugo Alves é uma espécie de lobo solitário no panorama Jazz nacional.
Algarvio de gema, fez parte do Unit de Zé Eduardo, é o director da Orquestra
de Jazz de Lagos e o mentor do Taksi Trio. Hugo Alves é um bopper, com tudo
o que de bom e mau se possa dizer: os boppers eram os melhores músicos do
mundo e a sua técnica continua em muitos aspectos insuperável. Esteticamente
aponta-se-lhe um esgotamento insuperável. Mas assista-se a um concerto de
Hugo Alves para se perceber como aquela música parece ter sempre existido e
nunca poder deixar de existir. Hugo Alves é um músico de Jazz que gosta do
Jazz puro e duro: o seu disco anterior, sem instrumento harmónico, era
verdadeiramente cru(el) (creio que mais audível ao vivo), enquanto que em
Given Soul, o piano eléctrico de Pablo Romero lhe burilou as arestas,
tornando a música mais equilibrada. Um disco que se ouve com prazer."
Leonel Santos, Site http://www.jazzlogical.net , "30 Discos de Natal",
Dez.2007
Hugo Alves Given Soul classificado com **** (em *****) por
http://www.jazzportugal.ua.pt José Duarte, JazzPortugal, Jun.2007
“Alves volta a evidenciar as suas credenciais não só como inspirado
instrumentista mas também como dotado compositor. Como a sua sonoridade
límpida e um fraseado claro e estruturado, constrói um disco recheado de
atmosferas descontraídas e solarengas, pontuadas por um swing elegante...
“Given Soul” é um disco sóbrio e honesto, de um músico que não pára de nos
surpreender e ainda com muito para dar ao jazz nacional. Isto é só o
princípio...” António Branco, Blog Improvisos Ao Sul, 22.Jun.2007
“Hugo Alves, grande figura do jazz nacional, confirma todos os dotes que
possui como trompetista. A evolução para este disco é a mais importante da
sua carreira. O som cristalino do trompete e a fluidez das notas que dele
saem só podem ser produzidos por um intérprete maduro e perfeitamente senhor
dos segredos mais escondidos do seu instrumento, tirando dele toda a melodia
e harmonia que precisa para solar da forma exemplar que aqui encontramos. Um
marco.” António Rubio in Correio da Manhã, Êxito / Discos da Semana, em
09.Jun.2007 Class. **** (em *****)
“Hugo Alves firma-se como um dos valores seguros do panorama jazzístico
nacional. Apreciamos particularmente a forma honesta como apresenta os seus
originais... de uma extrema sobriedade, capazes sobretudo de ir ao encontro
de sensibilidades que pouco ou nada têm a ver com jazz. A frescura dos
temas, sempre numa toada mainstream, faz com que tenha conquistado um lugar
que certamente estaria à sua espera: a estética do jazz pinta-se a várias
cores e é necessário que o seu espectro tenha o maior número possível de
tonalidades... O mundo sonoro de Hugo Alves agarra-nos à primeira audição.”
Rui Branco in Jornal de Notícias, Cultura / Discos, em 02.Jun.2007 Class.
7/10
... acerca do CD HUGO ALVES TAKSI TRIO
(sobre o tema Tema Só Para Ti) ”tema de belo recorte... sustentado por uma
sonoridade cheia sobre a qual evolui a interessante improvisação do
trompete, aqui demonstrando um perfeito domínio instrumental e um timbre
belo e controlado”.
(sobre o tema Moínhos de Arroz) “...representa já um salto estético
assinalável, no que toca á evolução improvisativa e á sua relação com uma
estrutura previamente definida...”
MANUEL JORGE VELOSO no Programa de Rádio “UM TOQUE DE JAZZ”, RDP Antena 2,
12/05/2005
“...recomendo vivamente!” (acerca do CD)
ANABELA RIBEIRO no Programa de TV “MAGAZINE” , RTP Canal A 2, 28/02/2005
“As expectativas estavam elevadas, mas Hugo Alves mais uma vez provou a
excelência da sua composição e sonoridade. Este disco encerra um jazz livre
de catalogações e de rótulos estéreis. Uma lufada de ar fresco. Não o percam
de vista.
BLOG IMPROVISOS AO SUL, http://improvisosaosul.weblog.com.pt/ , 21/03/2005
“O segundo CD de originais ... confirma o que o antecessor tinha trazido: um
músico seguro e com extremo bom gosto. ... O trio funciona como uma pequena
máquina, com empatia perfeita. Em destaque, naturalmente, as improvisações
de Hugo Alves, quer na trompete, quer no fliscórnio, encontra soluções que
chegam a surpreender...
RUI BRANCO in JORNAL DE NOTÍCIAS, “Pré-Escuta”, em 12/03/2005
... acerca do CD HUGO ALVES ESTRANHA NATUREZA
“...
estilo mainstream 70, com algumas frases mais contemporâneas. É uma escolha
consciente.... Hugo ensina e mostra que, sem ir procurar notas aos quatros
ventos, domina perfeitamente os seus instrumentos dos quais extrai sons de
uma naturalidade á qual já não estamos habituados no jazz... não é de
excluir que Hugo Alves se imponha em breve no mundo do jazz.”
PATRICK DALMACE in JAZZ HOT Nº 612 Julho/Agosto 2004 – França (traduzido)
“...um músico completo que se dedica ao jazz contemporâneo... toca de
maneira descontraída e bem elaborada, quase despreocupada, mas com todos os
elementos do jazz. A sua forma de tocar é suavemente fluente, quase
sedutora, assim como dinâmica e vigorosa. Um disco muito bom...”
in JAZZ DIMENSIONS, 18-02-2004 – Alemanha (traduzido)
“..., um disco que nos desperta para a surpreendente maturidade sonora de um
trompetista em contínua construção,... Arriscando, com coragem e técnica,
uma série de originais inseridos nas correntes neo-mainstream, Hugo Alves
revela-se articulado e agressivo q.b. no trompete – sabendo bem onde e
porquê «dobrar» o tempo... mas também evidenciando timbre controlado e
redondo”
MANUEL JORGE VELOSO in DIÁRIO DE NOTÍCIAS “A várias vozes” suplemento DN
Mais, 30/01/2004
...acerca de concertos da ORQUESTRA DE JAZZ DE LAGOS
(Dir. Hugo Alves)
“... que teve a participação especial de
Bobby Medina ... a OJL, a responsável por esta revolução e invasão (de
público), que saiu maravilhada com a qualidade da música apresentada.”
In Canallagos, http://www.canallagos.com , 08/03/2005
“O trabalho do chefe de orquestra e a entrega dos músicos proporcionou uma
inesperada dimensão artística... Quer nos solos, quer no som global da
orquestra ficou bem expressa a vontade e a capacidade de fazer bem deste
grupo... Temas de Duke Ellington, Billy Martin, Sonny Rollins e outros,
levaram a sala ao rubro. Referência para os excelentes solos... uma noite
inesquecível...”
ANTÓNIO RUBIO in CORREIO DA MANHÃ “Uma Agradável Certeza”, 29/01/2005
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